Como o marketing entra no inconsciente e converte uma venda

O neuromarketing é uma disciplina poderosa que estuda a maioria dos consumidores diante determinados estímulos. É comprovado que muitos consumidores se baseiam nas emoções para levar algum produto. Entretanto, como ocorre esse poder de persuasão de produtos, das marcas e do marketing? Como o marketing (propaganda, embalagem ou promoções) pode influenciar o cérebro humano a tomar certas decisões?

Em entrevista para o portal El País Brasil, o neurologista e presidente da Associação Espanhola de Neuroeconomia (Asocene), Pedro Bermejo, diz que, em cada momento que se toma uma decisão, “duas partes de nossos cérebros podem ser ativadas, a do sim e a do não”. Existe sempre uma tendência que se prevaleça sobre a outra, o que determinará o futuro da escolha. Ele diz que, em testes por ressonância magnética, pode-se perceber que antes do consumidor responder, o seu cérebro emite sinais de três ou quatro segundos antes, denunciando o que será escolhido.

São muitos mecanismos desencadeados para que uma determinada estratégia impacte o consumidor. Um desses é provocar medo da perda e jogar com um tempo. Como?

Faz parte do ser humano sentir aversão por perdas. Um exemplo: é maior a dor de perder dinheiro do que a alegria de ganhar o mesmo valor. Bermejo explica que esse é o propósito de se utilizar mensagens como “edição limitada” ou “se não comprar agora, nunca mais terá”. Diante disso, o cérebro entra na zona de perda e o cliente faz o máximo para evitar que isso aconteça.

Acrescente isso ao fator tempo: quanto menos tempo o consumidor tiver para decidir, mais se torna emocional e influenciável. Quanto mais tempo ele tiver, mais pensa e, assim, mais será racional. Os descontos, segundo o neurologista, são os métodos mais típicos para criar medo.

Tecnologia Android para Varejo

Uma ação eficiente para o mercado do varejo consiste em usar displays próprios para o uso comercial e assim apresentar produtos, informações e marcas no ponto de venda. De eficiência comprovada, pois o meio digital já é hoje grande utilitário na sociedade, as ferramentas desse tipo caíram no gosto do consumidor.

Por ter sistema operacional e ser touch as possibilidades de aplicações são infinitas no Android Display. Aplicativos interativos da marca, Advergames, interação com redes sociais, possibilidade de gerenciamento e atualização de conteúdos via web, são uma das várias formas de utilizar a ferramenta. Grandes redes podem atualizar os displays espalhados em todo território nacional por meio da internet. Saiba mais aqui.

Entender o poder do neuromarketing e seus métodos é tão importante quanto saber que a tecnologia é crucial para atrair e satisfazer o consumidor no Ponto de Venda.

Com informações: Exame, El País Brasil, Tivi.

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