IBM prepara a evolução do Big Data para o varejo

O mercado consumidor é um caixinha de surpresa. Baseando-se no contexto político, religioso, as tendências culturais, tecnológicas e da moda, entre vários outros, o gosto e as necessidades das pessoas vão se alternando, variando de forma rápida e inesperada. Mas e se o varejo pudesse desvendar o consumidor por meio dos sinais que as pessoas deixam sobre seus próximos passos?

Isso já é uma realidade. Com o Big Data, o varejista consegue ter uma analise de dados que revela o que o seu cliente tem buscado e, assim, um sistema personaliza novas ofertas de produtos que vão de encontro com a experiência que ele buscou inicialmente.

Utilizando dados gravados no buscador online e nas redes sociais, antes de visitar a loja, a computação cognitiva, tecnologia que inclui nas máquinas a capacidade de compreender e aprender ao longo do tempo, pode oferecer uma experiência cada vez mais personalizada para o varejo. E isso ocorre em tempo real. Todavia, novas ferramentas estão sendo testadas para deixar o Big Data ainda mais inteligente.

Novos estudos e tecnologias

Uma das empresas mais engajadas no assunto é a IBM. Líder nesse campo de estudos, a empresa possui o Watson, uma plataforma de tecnologia que utiliza processamento de linguagem natural e aprendizagem de máquina.

Para Harriet Green, gerente geral de Watson para Comércio e Educação da IBM, a plataforma é a evolução do Big Data. “Podemos registrar cada movimento que os consumidores fazem, analisar esses dados e dar a eles uma experiência única. Cada bit pode ser usado”, afirma. Para a executiva, a sociedade está chegado à beira de uma “Era de Ouro” do varejo, onde qualquer informação pode ser combinada, desde o noticiário, passando pelas redes sociais, até a previsão do tempo.

Um feito que mostra a seriedade da IBM com o assunto, foi a compra da Weather Company, voltada para meteorologia. Ela revela que muitos estranharam a aquisição, mas explica, “Eles fornecem dados de 2,2 bilhões de locais a cada 15 minutos — dados que até então eram subestimados. O tempo tem efeito direto com quando e onde as pessoas compram, seu comportamento e humor. Combine isso com dados das redes sociais e os resultados são fantásticos”.

ibm

A ideia da IBM é que com essa personalização em tempo real, os varejistas possam ser capazes de entregar a mensagem correta sobre o que mostrar aos clientes. Mais do que tentar adivinhar, o sistema Watson consegue entender que as preferências de uma pessoa podem mudar ao longo do tempo, aprendendo e sugerindo a oferta e a mensagem que deva ser enviada ao consumidor.

“Cada cliente é único e tem pouca tolerância para as empresas que não conseguem reconhecer os seus interesses, desejos e necessidades específicas”, acredita Harriet. “As empresas que são capazes de compreender rapidamente esse conceito e aprendem com cada interação com o cliente, podem usar esse conhecimento para descobrir novas oportunidades e insights”, afirma a executiva.

Tivi apresenta sua linha de Totens Interativas

Outra forma de conquistar dados e oferecer interatividade para o consumidor é utilizar a tecnologia com totens digitais. A Tivi Soluções Interativas entrou no mercado de Totens não para ser mais uma opção, mas para oferecer um produto diferenciado e atraente. O desafio é criar uma linha de totens que correspondesse a três características:

Veja mais informações no site.

Referências: O Negócio do varejo, Mundo Bit

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