Eles estão mais exigentes e querendo inovações

Você já entrou em alguma loja e se sentiu na década passada? Como se aquele ambiente estivesse parado no tempo, com produtos empoeirando (mesmo que não estivessem), placas de preços impressos no papel de qualquer maneira, nenhuma placa atrativa ou sequer algum produto interessante, aliás, tudo parece desinteressante e datado num ambiente assim. E lojas de médio ou grande porte? Pode parecer absurdo, mas isso é mais comum do que se imagina.

PDV e marcas que não investem em uma comunicação e marketing eficientes, criativos e inovadores até podem se sustentar apelando para características como o tradicionalismo, a demanda alta, a localização, entre outras, mas em momentos de crise, de concorrência, essas empresas ficam à beira de um precipício.

É impressionante como alguns varejistas não saem de suas zonas de conforto, não investem e esperam o crescimento de adventos como promoções e a boa vontade do consumidor em comprar seus produtos. Isso é basicamente pegar o conceito de empreendedor e jogá-lo no lixo.

O mundo está em constante transição. A sociedade vai modificando seus meios de comunicação com a evolução das tecnologias. E isso não se limita apenas a computadores. A mudança parte para a vertente cultural e os hábitos sociais dentro e fora de casa. O mercado corre o risco de ficar para trás se não absorver todas essas mudanças. Marcas que não são inovam, renovam e investem em criatividade e trabalho, podem cair em ostracismo.

O que fazer?

Veja alguns pontos que podem contribuir para seguir a nova mentalidade dos consumidores:

Com informações: O Negócio do Varejo, Administradores.

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