Será que o varejo físico está ameaçado?

Falar de varejo sem citar inovações é o mesmo que falar sobre temperaturas climáticas sem citar calor ou chuva. Nos dias de hoje, o varejo físico tem ao seu redor diversas variáveis para aplicar seu plano de marketing, de logística e até mesmo de pagamento. Mas uma dessas variáveis está ganhando destaque: o mobile commerce.

Enquanto pela internet, os sites de varejo vão conquistando seus clientes, pelos smartphones a história é muito mais abrangente. O smartphone conseguiu unir diversas opções com sua infinidade de aplicativos. Ele serve tanto para fazer compras como apenas efetuar pagamentos, não importando se você ainda não chegou no estabelecimento para efetuar seu pedido.

Dados indicam que mais de 500 milhões de consumidores já fizeram algum algum tipo de compra via celular ou tablet, representando impressionantes US$ 204 bilhões. Até 2017 serão US$ 516 bilhões, quando o mobile commerce completará 20 anos que foi criado.

A primeira vez que o mobile foi usado para efetuar uma compra, foi em 1997, em Helsinque, na Finlândia. Duas máquinas de Coca-Cola foram configuradas para aceitarem pagamento via SMS. De lá pra cá, muita coisa evoluiu e hoje o celular é uma multiplataforma.

O varejo físico precisa estar de olho e adequar o PDV para concorrer com essas inovações. Se possível, aproveitar delas para interagir, oferecer suporte e até vender seus produtos. Existem diversas formas de se usar a tecnologia de tablets e displays para o marketing se conectar diretamente com o consumidor, basta buscar. A verdade é que não existe rivalidade, um completa o outro, sempre melhorando a experiência do consumidor.

Uma empresa que é preparada e conhecedora desse mercado inovador, é a TIVI Soluções Interativas que oferece artimanhas para exibir produtos e informações ou gerar engajamento direto com o produto. Leia mais no site oficial da empresa.

Com informações: Exame, PEGN.

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